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sábado, 31 de maio de 2008

Diplomata embriagado mata jovem brasileira de 16 anos em acidente automobilístico nos Estado Unidos

Matéria referenciada pelo professor Rui Décio, em aula ministrada em 28/05/08, quando da abordagem da possibilidade de retirada da imunidade pelo Estado.

EUA: Geórgia tenta evitar depoimento de diplomata

WASHINGTON - A República da Geórgia fez um pedido formal a uma corte federal norte-americana anteontem para que evite que a família da brasileira Joviane Waltrick obtenha um depoimento em juízo do diplomata da Geórgia condenado pela morte da garota de 16 anos em um acidente automobilístico no qual ele estava bêbado, em Washington.

Mark Zaid, um advogado representando a família, qualificou a ação de "uma manobra política para evitar responsabilidades", e disse que isso era "uma tática reminiscente daquelas praticadas pela extinta União Soviética, que freqüentemente desrespeitava os direitos das vítimas".



Gueorgui Makharadze está preso entre sete e 21 anos de prisão pelo atropelamento de Joviane em um acidente envolvendo cinco carros na capital norte-americana, Washington, em janeiro do ano passado.

A família da vítima entrou com um processo contra a Geórgia, pedindo indenização milionária pela morte da garota. Um processo civil semelhante contra Makharadze foi indeferido no mês passado.

A ação apresentada pelo governo da Geórgia foi apresentada junto à Corte Distrital do Estado de Columbia, do qual Washington está incluído, por Robert Bennett, o advogado do presidente norte-americano Bill Clinton, que vem sendo conselheiro da Geórgia no caso, de acordo com uma declaração feita por Zaid.

SEGREDOS DE ESTADO - Na ação, Bennett sustenta que o depoimento "dará ensejo a revelações de segredos de Estado", disse Zaid, retrucando que "não temos interesse em segredos desse tipo e Bob Bennett está perfeitamente ciente disso".

Zaid citou o advogado de Makharadze como tendo dito que o ex-diplomata queria depor no processo civil, acrescentando que seu depoimento confirmaria que o governo da República da Geórgia teria reponsabilidade legal pelas ações de Makharadze.

fonte: JC on line


EUA
Um crime em Washington




Embriagado e dirigindo o seu carro a 130 quilômetros por hora, Gueorgi Makharadze, o segundo diplomata na hierarquia da Embaixada da República da Geórgia em Washington, espatifou o seu automóvel contra outros quatro veículos que estavam parados num semáforo da avenida Embassy Row, região central da capital americana. Num dos carros atingidos por Makharadze estava a brasileira Joviane Waltrick, uma gaúcha de 16 anos que teve morte instantânea (traumatismo craniano). O acidente ocorreu na sexta-feira 3. Ao longo da semana passada não cessaram as pressões para que os Estados Unidos exijam do governo da Geórgia a suspensão das imunidades diplomáticas de Makharadze. E o próprio presidente da Geórgia, Eduard Shevardnadze, pronunciou-se favoravelmente a isso - o que leva o diplomata a ser julgado pelas duras leis americanas aplicadas a quem dirige alcoolizado. Numa carta à família de Joviane (que no ano passado deixou Porto Alegre para morar em Washington), Makharadze escreveu: "Não tenho palavras para expressar meu pesar por ter participado dessa horrível tragédia." ISTOÉ conversou com o pai de Joviane, José Melero Filho, na quinta-feira 9:

ISTOÉ - A família pretende retornar ao Brasil?
Melero - Está-se pensando em aguardar nos Estados Unidos a tramitação do processo judicial contra o diplomata (o advogado da família acusa Maharadze de homicídio e poderá pedir indenização do governo da Geórgia).

fonte: terra


INDICIADOS: O diplomata Gueorgui Makharadze, da Geórgia, responsável pelo acidente que causou a morte da jovem brasileira Joviane Waltrick no início do ano. Logo após se entregar à polícia, Makharadze foi formalmente acusado de homicídio culposo e agressão com agravante e pode ser condenado a até 70 anos de prisão. Em Washington, na quinta-feira 20.

fonte: terra


Diplomata da Georgia condenado por acidente que matou brasileira

Reuters 19/12/97 21h18
De Washington

O diplomático georgiano Gueorgui Makaradze foi declarado culpado por um tribunal norte-americano, e pode ser condenado a ficar entre sete a 21 anos na cadeia, por ter matado, ao dirigir bêbado por Washington, a jovem brasileira Joviane Waltrick, de 16 anos. O acidente aconteceu no dia 3 de janeiro.

Makaradze, que se declarou culpado de homicidio involuntário para não ser condenado a uma pena disse à mãe da vítima no tribunal que "só a senhora tem o poder de perdoar-me". Makaradze, de 36 anos, era o segundo diplomata mais importante da embaixada da Geórgia em Washington. Seu carro desgovernou-se, a mais de 100 km/h e bateu em outros quatro carros, um dos quais caiu sobre o veículo no qual estava Joviane.

fonte: folha


Diplomata que causou morte de brasileira volta à Geórgia
Publicidade
da Reuters
em Washington (EUA)

O diplomata da Géorgia condenado pelo acidente de carro que matou a brasileira Joviane Waltrick foi libertado nesta sexta-feira (30) de uma prisão norte-americana, para continuar a cumprir sua pena em sua terra natal, informou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Gueorgui Makharadze, 39, havia sido condenado a 21 anos de prisão por ter causado a morte da adolescente brasileira, 16, e ter ferido 4 pessoas, em 1997, em um acidente de carro em Washington.

A promotoria afirmou que o diplomata estava bêbado e dirigia a uma velocidade duas vezes maior do que a permitida no local. Seu carro atingiu uma fila de veículos parados no semáforo vermelho, num cruzamento movimentado do centro da cidade. Makharadze renunciou à imunidade diplomática.

O Departamento de Justiça disse que Makharadze terá chance de obter a liberdade condicional em outubro de 2002. No entanto, pela lei da Geórgia, ele só poderia conseguir a liberdade condicional em outubro de 2007, 11 anos antes do fim de sua pena.

A Geórgia pediu a transferência de Makharadze baseada em um tratado assinado pelo país com os Estados Unidos, informou o Departamento de Justiça.

fonte: folha


Diplomata que matou brasileira pega 21 anos
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Gueorgui Makhar adze, o diplomata da República da Géorgia responsável pelo acidente que matou a jovem brasileira Joviane Waltrick, de 16 anos no dia 3 de janeiro passado, no centro de Washington, foi sentenciado ontem) a 21 anos de prisão por um juiz do Tribunal Superior do Distrito de Columbia. Sua primeira chance de sair em liberdade condicional será dentro de sete anos.

fonte: jornal.valeparaibano
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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